Levanto e vou, quem estaria querendo entrar?
Era a brisa, tentando abrir a janela para o luar
Com se ele tivesse alguma coisa a me contar
Sem cerimonia, entrou e sentou-se no chão,
A brisa agora se fazia voz recitando uma poesia
O luar, comodamente sentado, ainda em silêncio,
Deixava parte da sala sem luz, como se estivesse vazia
Sentei, olhei para o tempo pela janela cheia de luar
E apenas pensei, o luar entra aqui e nada me diz?
Fica inerte sentado no chão, mudo sem nada falar?
Fui à janela e, ao tempo, cheio de luar, perguntei
Sabes o que faz, em minha sala, esse emudecido luar?
- Disse vir te tirar da solidão e contigo conversar
José João
15/11/2.025
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