quarta-feira, 16 de maio de 2018

Tu, minha poesia mais perfeita.

Não canso de gritar que te amo...
Deixo minha alma livre pra rezar teu nome,
Te confessar minha necessidade de ti,
Te contar todos os meus sonhos e desejos,
Me desnudar te contando meus segredos
Que agora também são teus... te amo.
Dou-me a ti por te fazer parte essencial de mim.
Meu pedaço mais completo e mais perfeito.
Onde eu for ou estiver, tu estarás comigo
Ditando meus pensamentos, me fazendo teu
Como se nada mais eu precisasse ser...
Te fiz e te faço meu mais perfeito mundo,
Sem precisar nunca ir além que ser todo teu,
Me vestir de ti, te tomar os teus sorrisos,
Para sorrirmos juntos na mesma alegria.
Te fizeste minha história mais completa,
Minha poesia perfeita em que os versos
Se fizeram infinitos com esse tanto amor
Que te dou, sem medo de ser feliz. Te amo.

José João
13/05/2.021

Porque a saudade dói tanto?

As vezes me pergunto porque a saudade dói tanto?!
Porque ela não se faz de apenas saudade?!
Tem que se fazer também dor? Sufocar a alma,
Fazer o silêncio gritar com palavras mudas
O que só a alma pode ouvir, sentir e chorar?
Fazer o tempo se arrastar lento como se assim
Fizesse a dor doer mais, fazer o soluço calar
A voz como se nada mais fosse preciso dizer,
Como se apenas chorar fosse preciso, fosse o grito
Da alma que se contorce desesperada, em convulsão
Como se viver se fizesse tão difícil?
Porque a saudade sempre traz a angustia
De não se saber onde ir, ou ficar, ou correr,
Ou chorar, gritar, sufucar-se com o vazio
Que fica dentro do peito, da alma e da gente?
As vezes nem se sabe se é saudade ou se é dor,
Se é carência ou se é a solidão, que como arestas
Afiadas sangra a alma. Ah! Se não fosse o sangue
Da alma, o pranto, o que seria de quem sente
Essa dor que chamam de  saudade?

José João
15/05/2.018


segunda-feira, 7 de maio de 2018

Pelo teu perdão

Perdoa, te diria... se a voz me permitisse,
Diz-me o que fazer para teu perdão conseguir,
Se queres, ajoelho aos teus pés e, sem orgulho,
Te farei bem mais do que possas me pedir

E se ainda for pouco os muitos e os tantos
E se te contenta perdoar-me pelos prantos
Se por copiosos me faltarem, terás meu sangue
E ainda, como lágrimas, terás triste o meu canto

Que queres que te diga? Que te faça? Diz agora
Que este agora farei, se quiseres, para sempre
E atento estarei por toda vida a contentar-te
Que ti farei de oração sempre pronto a rezar-te

Se ainda o que pedires te for pouco a perdoar-me,
Te imploro que imagines o que mais possas querer
Por impossível que pareça, jamais me trará rancor
Se pedires meu coração, se te contenta, eu te dou

Se me fecharem os olhos por tamanha perda vital
Ainda assim, pega-o com carinho e nele presta atenção
Que com certeza logo haverás de me dar o teu perdão
Ao vê-lo tão contente, saltitando alegre em tua mão

José João
07/05/2.018
(reedição)

Essa saudade que sinto!

Ontem estive sonhando com nós dois,
Com tudo que fomos, os momentos que vivemos,
Até os detalhes se fizeram história,  se fizeram vivos,
Se fizeram lágrimas que até agora choro triste.
Me perdi nos sonhos, me perdi no tempo,
Me perdi de ti. As lembranças, em fragmentos,
Me vêm de longe, de horizontes que vimos juntos,
De beijos que não tivemos tempo de trocar,
De palavras que não dissemos, de caricias
Que não fizemos... é o que mais dói em mim,
Lembar o que não fizemos, porque tudo que fizemos
Ficou como saudade, as vezes triste de sentir,
Outras vezes ela me vem em sutis sorrisos,
Ainda assim alegram a alma que não cansa
De chamar teu nome como se fosse oração
Que se reza no silêncio de um sentimento
Que se fez eterno, que faz da saudade...
Mesmo essa saudade que as vezes dói tanto, 
Um terno motivo de viver.

José João
07/05/2.018

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