Minhas palavra, donde vem, tabém num sei dizê,
Chego ni mim como se fosse luz resplandecente
Que, também, nun sei cuma, elas alivia meu sofrê
Nas noite, sozinho, os óio umidece querendo chorá
Mais num sei não, me insinaro qui home num chora,
Qui ingole os sargado pranto sem nenhum lamentá,
Esfrego as mão, sento inriba do tempo, nada de implorá.
As mão grossa de orar no cabo da foice, ou cutelo,
Num rezar oração cutirvando sozinho o duro chão
Sinto o suó caí do rosto, sorrio um sorriso amarelo
O chão eu sei cutivar, tem quem cutive no coração.
Não sei donde sai essas história, acho que é mentira
O coração bate, as veiz discompassado quando alembra
Uma sordade duns abraço no roçado isso inté já tive
Mais moiá as planta plantada no coração é mpossive.
Nun escrevo prosa e nem verlso, como iscreve os dotô
Acho muito bonito, eles escreve as coisa que eles sente
Eles falo de amô, de sordade, falo que até choru os adeus
Mais... acho qui os dotô num sente as coisa cuma a gente
Cruz Filho
26/07/2.026