As flores debruçadas, assim como fossem anjos inocentes,
Inspirando a poetisa a criar poemas cheios de doce poesia
Então o tempo se abre entre sonhos, lembranças e fantasias
O perfume do campo, o gorjear de irrequietos pássaros,
Na sombra de um guarda-chuva florido ... um pensamento,
Assim, a poetisa cria, no caderno da vida, um momento
Em que tudo se faz encanto, até o tempo fica mais lento
Como se quisesse ficar ali, fazer parte da poesia criada
Em que a poetisa, de cada flor, faz um verso, uma rima
Que vai ao mundo como fosse um história encantada
E assim, o guarda-chuva vestido de primavera e a poesia
Se abraçam, caminham juntos, fazem o mundo mais belo
E a poetisa... se esconde dentro dos versos que ela cria
15/05/2.026