Na verdade, para onde vou, um horizonte colorido...
Um pedaço do campo onde os pássaros fazem ninhos
Ou sentir a beleza exuberante de um jardim florido
Vou indo, sem pressa, para que o tempo me dê tempo
De sonhar novos sonhos, de colorir minhas saudades,
De refazer histórias contadas nas poesia incompletas,
De chorar meus prantos que ainda hoje são verdades
Vou, sem pressa, para que o amor ainda me alcance
Que faça as mãos tremerem e, forte, o coração pulsar,
Os olhos se inundarem de viçosos e alegres prantos
E regozije-se a alma pela doce e santa loucura de amar
Não tenho pressa, por vezes o amor anda tão devagar!
Vem como fosse passageiro de uma calmaria distante
Em outras, quando vem qual furacão nem se percebe
Bom, se vem de mansinho, é mais forte a cada instante
José João
15/04/2.026
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