Quanto, de pranto podes chorar por uma vida?
Quem poderia dizer, mesmo que alma saiba?
Isso não me importa, nem qualquer dor sentida.
Que chore, aos cântaros, todo esse meu pranto,
Que de saudades transborde a alma por tantas
A mim, importa amar, sem nenhum entretanto
Que chore, por amor, as lágrimas serão santas
Assim, me entrego ao que acho um doce viver,
Amar, como se amar fosse um divinal acontecer
Chorar ao dizer, ou ao ouvir um terno: "eu te amo"
É como se fosse para a vida o mais belo renascer
Amo, amo, e amo, a mim o que importa a saudade?
Lágrimas, servem é para isso, para chorar o adeus
Se for pecado esse tanto amar e eu tiver que pagar
Pago em prantos, o que mais sei nessa vida é chorar
José João
12/04/2.026
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