Sentado na porta da tarde
No meio do tempo, com o nada
Brincando em inocente dizer.
No violão um acorde risonho
Voando com o vento
E querendo viver
Na poesia, de há muito vivida,
Que mesmo querendo não pude esquecer,
Sentindo no rosto molhado
Por lágrimas frias caindo tristonhas
Mostrando que a vida
Também é vivida em pleno sofrer.
Caído no meio da estrada
Com um eco atrevido parido do nada
Correndo entre as dores até me chegar,
Num grito esquisito,
Ou moribundo gemido, até já não sei,
Dizendo num silencioso dizer que:
Me sinta feliz pelo tanto que amei.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
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