Sentar diante do nada
Olhos cansados de tanto chorar,
Sentir a saudade na alma
Solidão espreitando querendo chegar.
Ficar entre cantar e gritar
E as palavras correndo no tempo
Para a tristeza chegar.
E eu?! Com lembranças perdidas
Que me vêm em pedaços
Por nunca serem esquecidas.
Que fazer de mim agora?
Será que ainda posso sonhar
Com a loucura de um beijo ardente
De alguém que no mundo
Ainda possa me amar?
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É assim mesmo que se senti quando se ama... tua sensibilidade me encanta.
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