sábado, 30 de maio de 2026

Sem prantos... não sei fazer poesia.

 Poesia, a alma do poema, poderia fazer todos os dias.
Solidão tenho para tanto, dores? Essas tenho avulso,
Sonhos perdidos, sonhados e sumidos no esquecimento,
Desses, perdi a conta, do meu dia a dia foram expulsos.

Tristezas! Tenho muitas, correm soltas pela alma e vão,
Desde o alvor do dia, nas noites, chega, então, a saudade
Que povoa o momento com a presença de quem não está
Aí as palavras se perdem, correm nos verso sem poder falar

Poesias, poderia fazê-las todos os dias, assim eu quisesse
Costurava sonhos com fantasias, neles alinhavava ilusões
Mas por vezes me pergunto: é se quisesse ou se pudesse?

Tenho tudo que se pode, com a alma, escrever poesias,
E não seria apenas uma. Para fazer poesias tenho tanto!
Só não as crio todos os dias? Apenas por falta de pranto

José João
30/05/2.026

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