Sentindo o perfume doce de inocente brisa,
O horizonte desenhando cálido pôr-do-sol
Fazem a alma sonhar, sentir-se viva no tempo
Os passos se perdem num caminhar lento,
Sem pressa de ir, como se a poesia estivesse
Parada, pronta para ser escrita ou até declamada
Como fosse a beleza de uma terra encantada
Os pássaros, pairavam como fossem nuvens
Em volteios que não levavam a nenhum lugar
Apenas lhes faziam ser parte de um quase sonhar
O sol indo lento, parecia com preguiça de ir
O sombrear do dia chamava, de longe, as estrelas
Um quadro que só a alma pode ver e... sentir
José João
06/05/2.026
Nenhum comentário:
Postar um comentário