Depois que permitiste que as flores a te se igualassem.
Quando as borboletas pousavam em teu rosto, e as flores
Ficavam pálidas, olhos fitos, como se só a te admirassem?!
Como o perfume daquela primavera perfuma a saudade!
Que fez morada na alma sem se importar com o tempo
Ainda hoje, lembro, sinto a carícia na alma, e calo a voz
Aí vou buscando, lá dentro de mim, lembranças de nós
Até hoje, passado tanto tempo, ainda é aquela primavera...
As outras ficaram mesmo só com o perfume das flores,
Primaveras comuns, que lembram apenas as minhas dores
Daquela primavera guardei apenas uma flor, inocente
Aquela que te dei, deste um beijo, puseste nos cabelos...
Fiquei com ela, ainda guarda teu perfume doce e ardente.
José João
19/02/2.026
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