Declamando saudades, beijando o rosto da solidão
Fazendo rosário de prantos, em ladainhas e oração
Que faz versos cantando amores, até mesmo os daqui
Não sei contar prosas, não sei contar tolas fantasias,
Mas sei gritar no silêncio sem que assuste ninguém
Se são palavras bonitas, não sei. Pode até ser poesia
Que se escreve no coração da alma sem nenhum porém
Quem sou? Que importa? basta apenas que a alma ouça,
Se tiver lágrimas, e a dor contada nos versos, fizer chorar
Sou eu trazendo dores e sonhos, alguns tristes de sonhar
Dou-me a fazer histórias, as vezes, difíceis de contar
Costuro lágrimas na saudade triste, com ponto de cruz
E vou me fazendo estrada e, da poesia... fazendo luz
José João
18/02/2.026
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