sábado, 14 de fevereiro de 2026

Saudade e prantos ausentes...

Rascunhos de poesia, mais outro e outro... Ah! DEUS!
Onde estão essas benditas poesias?!! Perderam-se?
Onde estão as palavras, mesmo soltas, sem sentido?
Onde estão as rimas, saudades, lagrimas, foram-se??!!

Mas para onde? O pranto sempre foi propriedade minha
A saudade sempre foi uma inseparável companheira
Os sonhos, sim os sonhos, sempre foram pedaços de mim
Todos se foram, fiquei só, como fazer poesia assim?

Aí dirão: mas se estás só, escreve sobre a solidão!!
O que dizer sobre ela? Ela é a solidão... sempre vazia
Sem versos, sem palavras, ela é apenas cheia de nada
Até dizem que não tem cor, que é doída, calada e fria

Essas poesias! As vezes se escondem dentro da gente,
Dentro da gente! Se fazem surdas, não ouvem a alma,
Outras vezes fazem conluio com as palavras e rimas
Levam, prantos saudades e nos deixam assim... carentes.

José João
14/02/2.026

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