Não tinha lágrimas, nem história, só tinha o tempo.
A saudade de ontem não tinha rosto, não tinha nome...
Uma página rota em que não tinha nem sobrenome
A saudade de ontem escreveria em apenas um verso
Afinal era uma dessas saudades que nem nome tinha
Que quase não se percebe, nem sei se era saudade
Ou uma fantasia triste, cheia de vazios, sem vontade
A saudade de hoje é diferente, não caberia num verso,
Uma saudade completa, com rosto, nome e sobrenome
Feito uma história infinda como fosse um universo
Dessas em que o pranto se faz fonte, molha o rosto,
Faz cicatriz na alma, faz que se sinta dor sem querer
É uma saudade diferente, que fica enquanto se viver
José João
07/02/2.026
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