segunda-feira, 28 de maio de 2012
Minha conta
Minha conta, paga-la talvez não possa nunca
Quanto em lágrimas seria para pagar tanto?
Se desde muito até minha alma comigo chora
Mas de onde? De onde? Tirar todo esse pranto?
Absurda conta a mim cobrada, e até não sei
Porquê de tanto debito, e onde foi que errei
Entreguei tudo como louco e apaixonado amante
Até olhei com os olho dela e como nunca eu amei
Será que amar tanto assim é o mesmo que pecar?
Mas que mundo é este que faz de amante um pecador?
Julgado, condenado por ter vivido um grande amor
Essa tanta dor que a vida cobra não é uma remissão?
Esse grito na garganta chorando a perda, a solidão
Será que essa alma já não merece um perdão?
José João
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