quinta-feira, 19 de julho de 2012
Quando se sente o adeus
Mar, saudade, o por-do-sol pintando o horizonte,
Lembranças, lágrimas, uma dor comprimindo o peito
O tempo parece parar, em volta tudo é tão pequeno
Uma vontade incontida de chorar. Não tem jeito
As lágrimas cobrem os olhos, vontade de correr...
Ah! Se se pudesse voar, ir buscar, ir pedir, ir dizer
Gritar. Te amo, estou sofrendo. Ah! se o mundo
Aos amantes sofredores pudesse isso por eles fazer!
Lá na frente, no horizonte, o por-do-sol pintado de belo
Indo lá dentro, em cada momento, buscando o pranto
Aí percebe-se quão fácil seria dizer: Como te amo tanto!
Aumenta a dor, um misto de raiva da gente e saudade.
O peito arfa buscando o ar que o horizonte vai levando...
E a solidão, com dor, carência e tudo em nós vai ficando
José João
19/07/2.012
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