terça-feira, 24 de julho de 2012
Do amor, a beleza é o pranto
Ando pelas ruas como se fosse fantasma de mim mesmo
Passos bêbados, pensamentos distantes, olhos vazios.
Sigo sem horizontes, qualquer caminho é meu caminho
E vou, entre cantos e prantos, perfeito triste andarilho
Não sei mais quem fui, e se para sempre serei assim...
Sombra de mim a percorrer estradas perdidas, sem chão
A flutuar em pedaços esquecidos de sonhos que sonhei
A correr entre pensamentos vendo os momentos que amei
Que amei... como se amar fosse uma oração a ser rezada
Com o coração e a alma, contritos num doce e divino canto
Em que cada instante é maior, se faz eterno, se faz de tanto
Que o mundo se faz pequeno para os sonhos que nascem,
Cada um mais belo, mais colorido e de maior encanto
Que tanta beleza, a vida permite, seja continuada em pranto
José João
24/07/2.012
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