quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
O homem e o poeta
Como poeta me divirto juntando meus pedaços de sonhos
Costurando-os com poesias e alinhavando-os com versos.
Pedaços rotos e sonhos perdidos entre soluços e prantos
Mas como gente... me deixo cair chorando pelos cantos
De um universo que nem sei como fiz, como criei e vivo
Um universo de palavras vazias, de sussurros perdidos
Onde a angustia, gritando estridente, chama a solidão
Que vem, perversamente lenta, invadindo o coração
Finjo, ser o vento, a me encharcar os olhos de lágrimas
Afinal sou poeta! Finjo até ser de ontem a voz do tempo
Me trazendo o eco frio daquele adeus como tormento
Como homem choro minha dor rezando orações vazias,
Grito as tristezas nos espaços vazios que minha alma cria
Como poeta, rio do homem, de suas dores faço fantasias
José João
17/01/2.013
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Lindo, lindo! Esse universo está cheio de palavras carregadas e bem conduzidas sobre os cuidados de quem as escreveu. Retratando uma realidade que no momento vai passando na sua direção, suas oraçoões ecoa no abismo levando os seus desejos... certamente, foram ouvidas agora voltam cheias das promessas de DEUS; dos sonhos que ELE sonhou pra você. Abra o seu coração deixe DEUS falar com você. Ouça a voz do criador que sussurra no teu ouvido direito. DEUS quer falar contigo, ELE vai usar você. DEUS te abençoe.
ResponderExcluirLindisimo José João.
ResponderExcluirBeijinhos e bom fim de semana.
Ana