quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Não se diz mais adeus como antigamente

 Sonhar, já sonhei, e muito, tanto que até não sei
Se ainda tenho sonhos para sonhar, talvez os tenha.
Os amanhãs, e suas surpresa, são tão imprevisíveis!
Quais acontecer, ao tempo, podem ser impossíveis?

Saudades se perdem, indo como se fossem histórias,
Adeus, são ditos tão simplesmente com só um aceno,
Já não precisam, desde muito, de pranto para chora-lo
O "te amo" que disseram ontem, não fica na memória

Tudo está tão mudado que hoje apenas o rosto "chora"
A alma se perde, toda sem saber o que os olhos dizem
E estes, coitados, se perdem em olhar apenas o agora

Não preparam mais perfumados e elegantes prantos...
Aqueles que marcavam o rosto em carinhos molhados
Que deixavam os olhos como se estivessem afogados

José João
08/01/2.026

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