sexta-feira, 16 de junho de 2017

Ah! Essas divinas poesias!

Que seria de minha alma não fosse a poesia!
A doce e terna poesia, mesmo escrita em lágrimas,
Gritando saudades... mesmo fazendo versos
Chorados pela dor da solidão, versos tristes,
Que até despertam prantos, mas se fazem poesias,
Histórias vividas em que corações se juntaram,
Se confessaram e se amaram, as vezes em segredo,
Outras vezes como versos inacabados, em que sobram
As saudades, as lembranças e até mesmo a angustia.
Ah! Essas poesias que me deixam a alma viva,
Transbordante de sentimentos, buscando palavras,
As vezes soltas, outras vezes versos sem rima...
Mas brincando de pintar histórias, qualquer história,
De risos, de prantos, de dores as vezes tão doloridas
Que são escritas com risos fingidos mas fazem pulsar
Corações, fazem a vida ter tantos sentidos
Que loucura e razão se confundem, se cruzam,
Se trocam, se tocam numa insensatez divina.
Ah! Essas poesias que me fazem a alma brincar
Seriamente de ser livre, de ser viva...
De ser eterna..

José João
16/06/2.017


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