terça-feira, 22 de novembro de 2016

Soneto do prazer de amar

Ainda vou amar e sempre e mais e tanto
Que amores passados se façam pedaços
Dos amores que ainda vou amar e viver
Como fosse a vida um eterno amanhecer

Vou me entregar todo e tanto que até o pranto
Se por acaso um dia em mim vier aos olhos
Hei chora-lo como fosse oração... um canto
Que ainda seja repleto de ternura e de encanto

Que a cada amor que hei de amar seja a saudade
Um livro de histórias que conte nas entrelinhas
Momentos que de sonhos se fizeram só verdade

Que a cada amar em mim se faça doce loucura
Para que todos os amores se façam o primeiro
E que não seja o último o meu amor derradeiro



José João
22/11/2.016

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