segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Talvez um dia...

Talvez um dia, quando o tempo se cansar
De te fazer essa tão dolorida saudade,
Quando as lágrimas choradas pela alma
Se fizerem poesias livres em meu rosto
Contado nossa história, em divinal doçura,
Ai me sentirei dono de uma saudade nova,
Verdadeiramente cheia de ti... de nós.
Estarei vivendo todos os sentimentos
Que deixaste vivos dentro de mim
Para que os sinta por nós dois, para sempre.
Vou me perder nos teus guardados que ficaram
Dentro da alma como relíquias divinas
Como histórias tecidas carinhosamente 
Que em tão pouco tempo se fizeram eternidade.
Quando essa saudade, que parece de ontem,
Não fizer mais dor, nem prantos, nem carência,
Quando todos os meus pensamentos se fizerem
Teus na mais plena entrega de um sentimento
Sem angustias e com uma saudade alegre,
Volto a viver outra vez... o que um dia vivi.

José João
19/12/2.015



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