terça-feira, 17 de maio de 2016

Cada saudade é uma dor diferente.

Minhas poesias! Cheias de versos sufocados
De lágrimas, perdidos no tempo e de mim.
Versos escritos com palavras soltas, largadas
Dentro de sonhos que nem sei mais sonhar.
Versos que choram em prantos doloridos
As tantas saudades, se perdem nas rimas
Escritas repletas de carência...e de vazios,
Assim ficam (coitadas) poesias inacabadas, 
Sempre, o ponto final do último verso,
Se faz lágrima, que vem solta, desesperada,
Gritando lá de dentro dos olhos que ela
É o começo de outro verso, de outra dor,
De outra saudade. Começo outra vez
A mesma poesia, mas, com novos prantos,
Tipo artesão, vou alinhavando palavras
Que as vezes nem caberiam nos versos
Não fosse a poesia ser mágica e dar
Outro sentido a elas, que ficariam mortas
Não fosse as tantas dores...que se jura...
Ser apenas uma. Cada adeus é como fosse
Um por do sol, sempre diferentes


José João
17/05/2.016






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