segunda-feira, 29 de junho de 2015

Era uma vez...

Era uma vez um amor...um amor que parava o tempo,
Que brilhava como se fosse as estrelas, 
Servia de inspiração aos pássaros que inventavam
Acordes em gorjeios divinos para fazê-lo inesquecível,
Um amor tão grande que o próprio silêncio gritava
E atirava-se sorridente ao  mundo dizendo: O amor existe!
E o eco repetia incontáveis vezes: O amor existe...
O amor existeeee...! Os sonhos se faziam verdadeiros,
Se faziam caminhos  entre as almas e os corações
Levando recados cheios de ternura, e eles...
Corações se almas, se faziam de apenas um...
Se abraçavam tão ternamente que se faziam um só corpo
Como nada mais fosse preciso. Existiu um amor assim...
Tão forte que, por vezes, o próprio amor se confundia...
Não sabia se ele era o amor, ou se era os amantes.
Um amor que por ser tão único...tão grande
Tão maior que tudo, até mesmo que a vida, 
Só podia começar assim: Era um vez um amor
Que juntou dois corações, deles fez apenas um,
Entrou, fez morada, e ficou para sempre até que...
Um dia...entre os humanos a única perfeição 
Que a eternidade permite é a...saudade. 


José João
29/06/2.015



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