quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Ainda estás aqui... rindo do tempo.

Visto-me com teu perfume, e te sinto em mim,
Como se não tivesses deixado em teu lugar, tanta ausência.
Embriago-me com a fragrância da saudade 
Perfumada de ti, e me entrego em devaneios ardentes.
Deixo que a noite se tome por estrelas, por silêncios,
Por mistérios, que até esconda de mim os horizontes,
Onde talvez estejas. Busco em cada brilho da tênue
Claridade do luar, tua imagem, e me vens...
Todas as noites te trazem pra mim, ora em sonhos...
Sonhos que sonhamos juntos, ora em pensamentos,
Mas sempre estás dentro da saudade que se fez de ti,
E que me toma como se tudo em mim fosse tu.
Meus sentimentos se confundem entre nós dois
Mas, eu! Eu sei que te amo mais que a mim mesmo,
E de que adiantaria amar-me se em mim
Não estivesses? Ainda viva, apesar dessa ausência,
Que se faz ridícula, pois és tu que me preenche
O vazio que ela insiste em querer deixar em mim

José João
28/01/2.015




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