segunda-feira, 14 de julho de 2014

Saudade, muita saudade.

Quase sempre a vontade de chorar é do tamanho
Da saudade que sinto. É do tamanho do tempo,
É do tamanho da dor que me aflige a alma. 
Imagens do passado me vêm como se fossem de ontem,
Todos os momentos se fazem presentes, como sonhos
Que não se quer deixar de sonhar. As recordações
Chegam vivas, pulsantes, sussurrantes, falando apenas
Com o pensamento, no silêncio de uma vontade 
Que deixa até a alma confusa, chorando sem cerimônia,
Sem pudor de se desnudar ao tempo, e nua, molhada
Dos pranto que ela mesma chora por tanta...saudade,
Se deixa ficar como se cada lágrima fosse um pedaço
Das verdades vividas quando os momentos vividos
Se faziam mais prazerosos que o mais belo dos sonhos.
Hoje, apenas as imagens ficam presas dentro de mim,
Misturadas com angustias, saudade e lembranças,
Doces lembranças de nós dois, teu sorriso, tua voz,
As mãos dadas passeando em jardins, teu olhar...
Se encontrando com o meu, dizendo sorridentes,
O que nossas almas sentiam...Ah! Que saudade...saudade.
Ai! Dor!!!

José João
14/07/2.014

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