quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Minha alma não sabe fingir

Eu me entrego para as lágrimas que choro,
Para as saudades que sinto, para as orações que rezo
Em cada poesia que faço, para as verdades doídas,
E  a cada adeus que ouvi e minha alma guardou.
Não me escondo atrás de versos que minha alma
Não escreve, cheia de paixão, por sempre estar
Apaixonada, quer seja até, por um amor que passou,
Ou por um outro que ainda não chegou e que talvez,
Nunca chegue, mas minha alma é cheia de poesias,
Verdadeiras, por isso guarda risos, lágrimas, prantos,
Guarda sonhos passados e, carinhosamente, 
Os que ainda vou sonhar. Me entrego a uma promessa
Como se fosse uma verdade, não me importo 
De chorar depois, tenho muitas lágrimas, se for
Maior a dor, tenho rios caudalosos de prantos, 
Que podem correr para mares transbordantes 
De angustias, dores, saudades, até cheios de solidão.
Eu e minha alma, somos, na verdade, apenas um,
Amamos com o mesmo coração, choramos
Com os mesmos olhos, temos a mesma história,
E andamos juntos em caminhos onde não encontramos
Ninguém...por isso minha alma escreve apenas...
O que sente.


José João
11/12/2.013


Um comentário:

  1. Deixa essa alma extravasar o que ela sente... põe no papel esses sentimentos, melhor que lamentar, pois tristezas, dores, lagrimas quem não as tem... Triste, mas muito linda. Bjus

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