segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Choro ...mas com a elegância dos poetas

Canto, por que meu sorriso é  triste,
Tanto quanto é o pranto que minha alma chora,
Por achar, agora, a vida sem mais encanto.
Canto entre os sussurros que a voz permite,
Entre os gemidos e soluços que a alma grita
Com a voz amarga da solidão em eco estridente
Que se vai sem rumo indo por apenas ir,
Com palavras soltas, sem forma, vazias e dementes.
Não choro apenas com lágrimas ou com prantos,
Com sorrisos fingidos cheios de dor e desencantos,
Choro também com as mãos que se juntam tremulas,
Num fervor ardente implorando em orações mudas
Que se vão por caminhos traçados pelo tempo
E se perdem como pedaços de nada indo ao vento.
Choro até sem lágrimas, com apenas um olhar
Perdido na imensidão do vazio, buscando momentos
Que ficaram como pedaços de lembranças,
Como fragmentos de sonhos que não vão mais voltar.
Choro, com a arte dos amantes e com a elegância
Dos poetas... que fazem das lágrimas poesias completas.


José João
02/12/2.013

Desculpem por ousar fazer essa homenagem.
Eu, tão pequeno e ELA ...tão DIVINA
















2 comentários:

  1. GRANDE POETA JOSÉ JOÃO !!! LINDO POEMA !!! TOCANTE VERDADEIRO !!! E ASSIM É O POETAR DE UM VERDADEIRO POETA !!! SENSÍVEL !!! DOCE E MAJESTOSO !!! PARABÉNS UM GRANDE ABRAÇO DO PARCEIRO E FÃ !!! Pedro Pugliese

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  2. MARAVILHOSO POEMA!!!! Florbela é realmente divina, sem dúvida. Mas vc poeta é maravilhoso também, e assim como o Pedro, faço parte do teu fã clube. Bjusss

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