terça-feira, 22 de outubro de 2013

Minha poesia de amanhã

Pobre coração, chorando de amor e brincando de saudade,
Como um mendigo que se põe a pedir migalhas de amor,
Sobras de um olhar, um carinho na voz, restos de um sorriso...
Qualquer coisa que o faça sentir-se  gente outra vez.
Como criança que chora perdida nas noites escuras
Sem a luz do luar, sem a lua brilhando beijando o mar.
Talvez o amor se tenha perdido nas tantas histórias
Que um dia viveu, e agora sozinho, se põe a pensar
Em tudo que vida um dia lhe deu, e por mero capricho
Tomou outra vez. Assim tão sozinho como pássaro preso
Cantando tristezas que da alma lhe vem, cantando lembranças
De beijos trocados que já nem sabe com quem.
Perdido nas trevas de cruel solidão, o pranto chegando
De dentro da alma e do coração. Já nem sabe quem é,
Desde há muito se perdeu, mas não culpa o destino
Talvez nada daquilo devesse ser seu.
Os sussurros da vida se fazem oração a vezes rezadas
Sem nenhuma ilusão. E lágrimas caídas rolando no chão
São palavras soltas,. gritadas por um coração.
Vivendo em um um mundo onde pesadelo é sonhar
Com coisas que a vida talvez nem possa mais dar.


José João
22/10/2.013



Um comentário:

  1. A vida tira. mas ela devolve, não dá mesma maneira .... mas devolve. Bjus poeta.

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