domingo, 14 de abril de 2013

Um sonho cabisbaixo, diferente


Havia um janela aberta por onde os sonhos passavam,
Brincavam, voavam, até sorriam, entre noites e dias
Uma janela sem grades, livre, que dava para o céu
Pintura tão perfeita que foi feita sem  precisar de pincel

Uma janela por onde os sonhos corriam soltos pelo tempo
Iam alegres entres os ontens distantes, hoje e os amanhãs
Amanhãs que custariam tanto chegar mas já eram sonhados
Por que as janelas faziam os sonhos virem aos punhados

Mãos, olhos, coração, vida, alma, tudo cheio de sonhos
Sonhos antigos, sonhos criança, sonhos caducos, embrião
Todos eles cheios de vida, de esperança, cheios de emoção

Menos um, sempre escondido atrás da janela sem querer sair
Era um sonho cabisbaixo, um sonho sempre triste, diferente,
Era um adeus que saiu, fechou a janela e se foi indiferente.


José João
14/04/2.013





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