segunda-feira, 11 de março de 2013

Divina perfeição

Amor, não devia ser palavra, talvez uma oração
Que só os apaixonados soubessem rezar
Devia ser um sacro hino, desses hinos de anjos
Vindos do céu e só o coração sabe cantar

Devia ser uma relíquia que se tem medo de pegar
Que se pega com cuidado com medo de quebrar
O amor é a única luz divina que ainda se pode ver
É como um sopro de vida fazendo a gente viver

Amor, não devia ser palavra, podia ser uma pintura
Dessas que nenhum artista tivesse tinta para pintar
Uma poesia, que poeta nenhum pudesse declamar

O amor não devia ter sinônimos nem antônimos
Não ser palavra de gramática, ser coisa do coração
Por não ter palavra que explique toda sua perfeição.


José João
11/03/2.013







4 comentários:

  1. João querido, que soneto maravilhoso , pois eu também concordo que nada consegui defini o amor. Perfeito! Bjus poeta.
    => Gritos da alma
    => Meus contos
    => Só quadras

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  2. GRANDE POETA !!!!
    LINDO ESSA PLENITUDE QUE FAZ A DIVINA PERFEIÇÃO...
    BJSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS

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  3. Jaum,
    O amor, apesar da semântica, envolve-o, todo um mistério, uma magia, porque na verdade o amor está dentro de cada um com todas as nuances e beleza que lhe é peculiar. Sabe, o amor vai além do nosso entendimento. Por isso há nele loucura e o caminho para a sanidade. Parabéns pelos versos cantados pelo teu coração. Um soneto tão musical assim como o amor melodicamente descrito.
    Boa noite,
    Alice.

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