sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Filha do poeta



Poesia de palavras!!
Poesias que se fazem por si
Não por que eu queira.
Palavras que se parem aleatórias
Na gestação do poeta.
Que pare sem dor a dor que sente
Pelo ventre da poesia,
Estéril, se as palavras não dizem
O que lhe rasga a alma.
Palavras sangradas, mortas,
Paradas, deitadas, inertes,
Que por si, se levantam vivas
Dentro de cada um que se faz poesia.
Ah! Filha do poeta, 
Que acalenta o mundo
Contando em pedaços
O que lhe sofre o pai
Em fingidas frases
Que em sorrisos choram


José João
16/11/2.012

4 comentários:

  1. LINDO,JOSÉ!


    NÓS ESTAMOS NOS SEGUINDO MUTUAMENTE E VC NUNCA MAIS ME VISITOU,AMIGA.

    SUA FOTO E LINK DE SEU BLOG ESTÁ NO POST "SEGUIDORES" DAS CATEGORIAS À DIREITA DE MEU BLOG.


    AQUI NÃO RECEBEMOS ATUALIZAÇÕES.


    POR ISSO,FAÇA COMO EU.

    VOU CLICANDO NOS SEGUIDORES E COMENTANDO NO MAIOR NÚMERO POSSÍVEL POR DIA.


    AGUARDO SUA VISITA A MEU CANTINHO.

    BEIJOS E ÓTIMO FIM DE SEMANA!


    DONETZKA

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  2. DESCULPE,JOSÉ.

    DIGITEI ERRADO E SAIU "AMIGA" EM VEZ DE "AMIGO".


    BJS

    DONETZKA

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  3. Nossas palavras, que brotam de dentro de nós assim, naturalmente, num parto (como todo o parto, sofrido) mas nós os poetas também temos partos felizes, sim, quando nossas filhas saem alegres, exalando vida, amor, felicidade, paz... não é caro poeta? Bjus querido.

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  4. Mesmo um parto por mais doloroso que seja benção é ...fonte de amor infinito ..Um grande abraço Pedro Pugliese

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