sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Sonhos que enganam a alma


Os sonhos se fazem verdade para a alma triste
Os pensamentos voam como se fosse o vento
Indo em volteios perdidos buscando no tempo
Histórias perdidas. Sonho que nem mais existe

Beijos, abraços, se fazem de lembranças antigas
Essas que a saudade vai buscar com lágrimas
Que os olhos choram como se fosse um doce canto
Saindo perdida no tempo em cada pingo de pranto

Passado distante escondido no silêncio da alma
Que sentada no vazio busca o eco da própria voz
Para se ouvir e não sentir toda essa solidão atroz

Mas tudo se perde no vazio denso de vil angustia
Que se faz viva, forte, morando nas tantas dores
Que até os ecos do grito da alma são de clamores.


José João
19/11/2.012



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