sábado, 19 de março de 2011

Despertando

Como ondas mortas meus sonhos dormiam
Perdidos que estavam do tempo e de mim
Sem uma lembrança o pensar me traía
Cheguei a pensar que da vida era o fim

Sem que se espere a calmaria se vai
Levada que seja por uma brisa qualquer
Que brisa tão leve me foi a saudade
Trouxe meus sonhos e lhes deu liberdade

De buscar-me no tempo em momentos vividos
Que tão despertos me abrem os sentidos
Em claras lembranças já quase esquecidas
Na data do tempo quase também vencidas

Desperta, aos sonhos, minha alma se pôs
Procurando no tempo momentos perdidos
Que de tão intensos, valtavam tão livres
Mostrando que assim, nunca foram esquecidos.

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